Arquidiocese de Maceió | Igreja Missionária e Samaritana

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Pe. Valmir Galdino - Espiritualidade

Maria: Mãe de todos nós Postado em 02 de Maio de 2013 às 03:54
Cheios de confiança na Mãe de Deus, homens e mulheres, de todas as idades, cultivam, conscientes de uma fé autêntica e verdadeira, uma devoção especial para com a Santíssima Virgem Maria.

Chegou para nós, graças a Deus, o mês de maio. Um mês tão bonito, dedicado, no calendário civil e popular, às mães e às noivas. Mas para os cristãos católicos um mês peculiar, dedicado à Mãe de Jesus, a nossa querida Mãezinha do céu.

Neste mês mariano, muitas comunidades se juntam para rezar o santo terço, cantando, sob melodias diversas, a ladainha de Nossa Senhora. Realidade esta que marca literalmente o povo brasileiro, povo de fé, cheio de amor e devoção para com a Virgem de Nazaré.

Como é belo e agradável ver os fieis católicos a rezar suplicando a intercessão mais que poderosa da Virgem Maria. Cheios de confiança na Mãe de Deus, homens e mulheres, de todas as idades, cultivam, conscientes de uma fé autêntica e verdadeira, uma devoção especial para com a Santíssima Virgem Maria.

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Ressuscitou Verdadeiramente Postado em 02 de Maio de 2013 às 03:50
Somos cristãos porque Cristo Jesus dissipou as trevas que tornavam sem sentido a nossa vida. Somos cristãos por que Ele instaurou um tempo novo, um tempo da graça.

É Páscoa. É um tempo bendito que chegou até nós. Cristo ressuscitou para nós, abriu-nos a porta do céu, ou seja, as portas da eternidade. Em nosso caminho, não há mais trevas nem escuridão definitivas, pois a luz de Cristo brilhou literalmente para nós, todos nós.

            Somos o novo povo de Deus, povo eleito que caminha à luz do Ressuscitado, Cristo. “O Senhor conduziu o seu povo na esperança, e recobriu com o mar seus inimigos (Sl 77,53). Por isso, as ameaças da vida serão sempre ameaças, nunca terão forças sobre nós.

            Daí o nosso ser cristão. Somente o somos por causa de Cristo, que venceu a morte, a dor, as trevas e todo tipo de mal. Somos cristãos porque Cristo Jesus dissipou as trevas que tornavam sem sentido a nossa vida. Somos cristãos por que Ele instaurou um tempo novo, um tempo da graça.

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Um Dom Centenário Postado em 02 de Maio de 2013 às 03:48
Por sua fidelidade ao projeto salvífico de Jesus, vem, o nosso Jornal, resistindo às intempéries da vida, que não são poucas, que são diversas, que são muitas.

Somos privilegiados, nós da querida Arquidiocese de Maceió, pois há entre nós mesmos, para maior glória de Deus, um meio de comunicação, um dom, uma dádiva divina chamada “Jornal O Semeador”.

            Um sublime veículo de comunicação da Igreja que, como o próprio nome diz, tem a missão de semear a Palavra de Deus. Ele, “O Semeador”, nesses cem anos, vem, sem nenhum cansaço, cumprindo o mandado de Jesus: pregar a Boa Nova do Reino. Porque entende que “a Igreja tem, pois, um direito radical de possuir e usar desses meios (de comunicação) como úteis à educação cristã e ao seu trabalho em vista da salvação das almas” (Decreto Inter Mirifica do Vaticano II).

            Por sua fidelidade ao projeto salvífico de Jesus, vem, o nosso Jornal, resistindo às intempéries da vida, que não são poucas, que são diversas, que são muitas. Sem medo, sem fraquejar, produz textos de profunda qualidade, pois retratam as realidades da vida, de modo particular, no que tange a fé do povo, povo de Deus.

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Quaresma: tempo de celebrar a Via- Sacra Postado em 02 de Maio de 2013 às 03:44
Não esqueçamos: a nossa vida é por demais parecida com a vida de Jesus. Em nada nos distanciamos da vida d´Ele. No caminho de Jesus encontramos inveja, ciúmes, traições por ganância.

Graças a Deus é tempo de quaresma. Tempo forte, tempo santo, tempo de graça. Pois nos convida à conversão, à insistente mudança de vida.

A quaresma nos faz perceber a necessidade mais intensa que temos de rezar, de jejuar, de exercitar a prática da esmola. Faz-nos entender que é necessário fazer penitência, mortificando assim o nosso corpo, subjugado a muitas e tantas paixões desordenadas infundidas em nós pelo pecado, triste pecado que bagunça e desorganiza a nossa tímida, tímida vida.

Na quaresma o grande apelo que nos é feito é de tentar seguir os passos de Jesus. Olhar as suas dores, contemplar seu sofrimento, perceber as suas chagas, notar as tamanhas humilhações, observar o imenso amor de Deus por nós que se concretizou com a paixão de Jesus, Filho de Deus. Somos, na quaresma, por meio da celebração da Via-Sacra, caminho santo, caminho sagrado, convocados a caminhar com Jesus pelo doloroso e cruento caminho da cruz.

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Como Viver Bem 2013? Postado em 02 de Maio de 2013 às 03:39
Antes de tudo, não somos pagãos. E não vamos começar o ano fazendo simpatias.

Chegamos, com alegria e muita fé, ao ano 2013 da graça de Nosso Senhor Jesus Cristo. Diante desta realidade, devemos, e muito, agradecer sempre a Deus pelo ano que passou.

Agradecer pelos ganhos, mas também pelas perdas. Agradecer pelas conquistas, mas também pelas derrotas. Agradecer pelos momentos de alegria, mas também pelas tristezas. Enfim, agradecer por tudo o que aconteceu e vivenciamos em 2012.

Mas, diante do novo, 2013, qual deve ser a nossa postura? Mas para o ano que já estamos mergulhados, o que pretendemos? Quais são as nossas perspectivas para vivermos, com toda potencialidade, 2013? Ou melhor, como viver bem 2013?

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Agora, Sim, É Natal! Postado em 26 de Dezembro de 2012 às 15:58
Desejar feliz natal, não é simplesmente um gesto de educação, de saudação. Nem tampouco de pura e simples delicadeza. Mas é algo muito maior, mais profundo e riquíssimo de significado.

 Depois de quatro semanas bem celebradas, no tempo do advento, orientadas pela Palavra de Deus, entramos com todo fôlego no tempo santo e bendito do natal. Agora, sim, é natal!

Podemos, hoje, afirmar: Feliz Natal! Nesta saudação desejamos, ao outro, toda sorte de bênçãos. Desejamos, ao outro, todas as graças do céu. Desejamos, ao outro, as expectativas de Deus. Desejamos, enfim, ao outro, as maravilhas divinas.

Desejar feliz natal, não é simplesmente um gesto de educação, de saudação. Nem tampouco de pura e simples delicadeza. Mas é algo muito maior, mais profundo e riquíssimo de significado. Pois com esta expressão desejamos Deus ao outro. Desejamos que Jesus, de verdade, nasça no coração e na vida do outro e o enriqueça sempre com suas bênçãos.

Logo, o tempo do natal, para nós cristãos, tem todo um sentido diferente. É tempo de perceber que a Palavra de Deus, em Jesus, alcançou pleno cumprimento: “E o verbo divino se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1,14). É tempo de confirmar que Deus sempre realiza tudo aquilo que anuncia.

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Então, Ainda, Não É Natal! Postado em 14 de Dezembro de 2012 às 09:09
Ainda não é natal, é advento. Logo, devemos não trocar os móveis, as cores da casa, ou as roupas.

Para a maior glória de Deus, estamos a celebrar o advento, um tempo de graça. Um tempo de bênção. Pois é a partir dele, do advento, que nos preparamos bem para celebrar um outro tempo, o tempo santo do natal.

O advento, ensina-nos catequeticamente o Papa Bento, “indica uma realidade maravilhosa e perturbadora: o próprio Deus cruzou seu Céu e se inclinou sobre o homem; estabeleceu aliança com ele entrando na história de um povo”. Ou seja, o advento vai nos introduzindo no mistério da encarnação de nosso Deus e Senhor. Vai nos preparando para tornar célebre tão grandioso episódio, a encarnação do Verbo.

Nestes dias, dias de advento, estamos a ouvir as sábias, inspiradas e inspiradoras palavras dos profetas. Vejam como é bom ouvir as palavras de Isaías: “Farei nascer rios nas colinas escalvadas e fontes no meio dos vales; transformarei o deserto em lagos e a terra seca em nascentes d’água” (41,18). A partir desta afirmação, podemos concluir que Deus mesmo, Ele mesmo, vai dar sentido a nossa pobre vida, vai transformar as realidades sombrias existentes em nosso interior.  

Deus, Ele mesmo, vai endireitar os nossos caminhos, aprumar o nosso jeito torto de pensar, de fazer as coisas. Deus mesmo, em Jesus, realizará, em nós, coisas impossíveis aos olhos humanos, porque Ele mesmo é a nossa única esperança. Ele tudo, mas tudo mesmo, pode fazer em nós.

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Creio na Vida Eterna Postado em 13 de Dezembro de 2012 às 19:12
O que celebramos no dia de “finados” não é, de modo algum, a morte, mas a certeza da vida, vida eterna.

 Neste mês, particularmente no dia 02 de novembro, a Igreja celebra a comemoração dos fiéis defuntos. Ela, a Igreja, reza por todos aqueles que partiram deste mundo, para um outro mundo, o mundo divino, o céu.

Reza pelos mortos, por aqueles que passaram por esta vida, que sofreram as nossas mesmas dificuldades. Reza por aqueles que amargaram tempos difíceis. Reza por aqueles que, muitas vezes, foram espremidos pelas angústias do cotidiano. Reza por aqueles que foram maltratados, pisados e machucados pelo egoísmo do mundo.

Ao rezar pelos mortos, a Igreja manifesta sua fé na misericórdia divina que, como cantou a Virgem Maria, “se estende de geração em geração” (Lc 1,50). Manifesta a sua fé no Deus único e verdadeiro, cheio de bondade e muitíssimo rico em compaixão.

Ao rezar pelos mortos, a Igreja pede, suplicando, que a misericórdia do Senhor, alcance, sem demora, todos os homens e mulheres que nesta terra fraquejaram, foram pedra de tropeço para muitos, machucaram e fizeram sofrer, marcaram sua vida sendo avessos, em diversos momentos, à lei de Deus. Não impregnaram, também muitas vezes, suas vidas do amor, daquele amor doação e serviçal pregado por Jesus.

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Creio na Ressurreição da Carne Postado em 13 de Dezembro de 2012 às 19:08
Ao rezar pelos mortos, a Igreja manifesta sua fé na misericórdia divina que, como cantou a Virgem Maria, “se estende de geração em geração” (Lc 1,50).

Neste mês, particularmente no dia 02 de novembro, a Igreja celebra a comemoração dos fiéis defuntos. Ela, a Igreja, reza por todos aqueles que partiram deste mundo, para um outro mundo, o mundo divino, o céu.

Reza pelos mortos, por aqueles que passaram por esta vida, que sofreram as nossas mesmas dificuldades. Reza por aqueles que amargaram tempos difíceis. Reza por aqueles que, muitas vezes, foram espremidos pelas angústias do cotidiano. Reza por aqueles que foram maltratados, pisados e machucados pelo egoísmo do mundo.

Ao rezar pelos mortos, a Igreja manifesta sua fé na misericórdia divina que, como cantou a Virgem Maria, “se estende de geração em geração” (Lc 1,50). Manifesta a sua fé no Deus único e verdadeiro, cheio de bondade e muitíssimo rico em compaixão.

Ao rezar pelos mortos, a Igreja pede, suplicando, que a misericórdia do Senhor, alcance, sem demora, todos os homens e mulheres que nesta terra fraquejaram, foram pedra de tropeço para muitos, machucaram e fizeram sofrer, marcaram sua vida sendo avessos, em diversos momentos, à lei de Deus. Não impregnaram, também muitas vezes, suas vidas do amor, daquele amor doação e serviçal pregado por Jesus.

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O Cristão Católico e o Voto Postado em 13 de Dezembro de 2012 às 19:01
Votar é eleger alguém para que aja em meu nome, tome decisões em meu nome e busque sempre o meu bem e também o de muitos outros.

 

            Eis que estamos prestes às eleições. Um momento nobre para a história de um povo. Um marco na democracia. Um exercício que caracteriza um jeito próprio de ser cidadão, de participar.

            Numa nação democrática não somos meros expectadores, mas participamos significativamente das decisões que nela se manifestam, se operam. Temos sonhos, vontades, projetos e eles são possíveis, são realizáveis num país democrático.

            E aqui entra o voto. Votar é o exercício pleno da cidadania. Votar é eleger alguém para que aja em meu nome, tome decisões em meu nome e busque sempre o meu bem e também o de muitos outros.

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Somos Todos Também Missionários Postado em 13 de Dezembro de 2012 às 18:58
Missão tem muito haver conosco, ou melhor, tem tudo haver conosco. Somos todos, pela graça do santo batismo, missionários.

  

            Eis que estamos no mês de outubro, pertinho do fim do ano. Daqui a pouco é natal. Daqui a pouco estaremos desejando, aos que encontrarmos, um feliz e abençoado natal. Daqui a pouco entraremos num novo ano.

Devemos lembrar que o mês de outubro não é, para nós cristãos, um mês comum como qualquer outro, pertinho do fim do ano. Mas é um mês especial, é um mês singular na Igreja, pois celebramos, sempre rezando, o mês das missões.

Missão tem muito haver conosco, ou melhor, tem tudo haver conosco. Somos todos, pela graça do santo batismo, missionários. Pois ser missionário é ser anunciador em terras próximas e distantes da mensagem salvífica de Cristo, da mensagem do evangelho, boa nova que liberta o homem por inteiro das amarras do mal, do pecado.

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Vocação: Deus nos chama (2) Postado em 09 de Agosto de 2012 às 11:42
Todo chamado consiste numa relação de amor. Deus me ama, Deus me chama por amor, para segui-Lo amando. Todo chamado vai se resumir em amor.

 

        Falar em vocação significa dizer que todos nós somos chamados por Deus. Nesse contexto do chamado ninguém fica de fora. Ninguém pode ficar de fora. Todos, todos somos chamados por Deus para realizar a sua vontade. Fazer a vontade de Deus, responder ao chamado de Deus consiste a nossa felicidade.

            Todo chamado consiste numa relação de amor. Deus me ama, Deus me chama por amor, para segui-Lo amando. Todo chamado vai se resumir em amor. Amo a Deus, por isso vou segui-Lo, amo a Deus por isso vou servi-Lo amando, sendo instrumento de amor para com os outros. Ensina-nos o Papa Bento: “Trata-se de um amor sem reservas que nos precede, sustenta e chama ao longo do caminho da vida e que tem a sua raiz na gratuidade absoluta de Deus”.

            Logo, querer seguir a Deus puramente por seguir, não vale, não funciona, não dá certo. Às vezes, até queremos seguir os passos de Jesus, não nos passos d’Ele, não do jeito d’Ele, não do modo d’Ele. Às vezes, somos semelhantes ao “Certo homem de posição” (18,24) de que nos fala o evangelista Lucas, que foi incapaz de deixar, coisas, bens, para seguir, de fato, a Jesus. Diante do chamado de Jesus, ele, o “Certo homem de posição”, “ficou cheio de tristeza, pois era muito rico” (Lc 1,23).

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Vocação: Deus nos chama (1) Postado em 06 de Agosto de 2012 às 16:01
Chamado e serviço possuem uma afinidade incrível. Somos chamados por Deus para servir. Não para ficarmos parados, inertes, estáticos, olhando para céu.

 

A Igreja, catequeticamente, nos faz recordar, rezando, no mês de agosto, as vocações. Já sabemos que a palavra vocação significa chamado. Pois responder à vocação significa responder a um chamado. Alguém chama, alguém nos chama para algo, para realizar alguma coisa. Deus nos chama.

Sim. É Deus, nosso Senhor, que nos chama, nos faz um convite todo especial e singelo para segui-Lo. Ele nos chama para estar mais perto d´Ele, mais próximos, pertinhos; debaixo de seus olhos, sob o seu constante e amoroso olhar.

Mas Deus nos chama para servir, servi-Lo. Chamado e serviço possuem uma afinidade incrível. Somos chamados por Deus para servir. Não para ficarmos parados, inertes, estáticos, olhando para céu.

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Portanto: viva Santo Antônio, São Pedro e São João Postado em 14 de Junho de 2012 às 12:48
O povo celebra, ou seja, torna célebre os dias de tais santos com tríduos, novenas e trezenas. O mesmo povo participa das celebrações da Santa Eucaristia, reza muito, pedindo a intercessão dos arautos da fé em favor de suas muitas necessidades e aflições.

Estamos no mês de junho, tempo forte para o povo nordestino. Tempo das comidas de milho (canjica, pamonha, milho assado e cozinhado), iguarias admiradas pelo povo do Nordeste. Pois exatamente no dia 19 de março, dia de São José, planta-se o milho para no início de junho, tempo de colheita, começar os preparos da culinária junina.
Aqui também há quadrilhas, tradição muito antiga, acompanhadas de muito forró. Há fogueiras com lindas chamas, bonito mesmo de se ver. É assim que o nosso querido povo do nordeste do Brasil festeja o mês junino. De um canto a outro é só alegria, é só festa.
Mas no campo religioso algo de extraordinário também acontece. São as celebrações dedicadas a Santo Antônio, São Pedro e São João. O povo celebra, ou seja, torna célebre os dias de tais santos com tríduos, novenas e trezenas. O mesmo povo participa das celebrações da Santa Eucaristia, reza muito, pedindo a intercessão dos arautos da fé em favor de suas muitas necessidades e aflições. O povo chora e se emociona, faz longas, belas e participadas procissões, sinal visível de fé e devoção. É assim o nosso jeito de viver a fé católica no mês de junho.
Todavia, vale a pena perguntar: por que tanta festa em honra aos santos do mês de junho? Por que tanta reza? Porque assim é a fé católica. Reconhece nos santos, homens como nós, a radicalidade do seguimento a Jesus Cristo. Vê nos santos um exemplo, um modelo a ser seguido, a ser observado.
Nossa fé não é desprovida de sentido. Nossa fé, graças ao Bom Deus, não é pobre de significado e símbolos. Muito pelo contrário, há, sim, na fé Católica, uma riqueza que a gente percebe no jeito de celebrar, no modo como nos voltamos para os santos, homens que enveredaram pelos caminhos de Jesus, o Cristo.
Olhemos, por exemplo, para Santo Antônio, um jovem como tantos jovens que temos hoje, mas com um diferencial, apaixonado sensivelmente pelo Senhor, ou melhor, pelo anúncio da Boa Nova, por isso chamado de Trombeta do Evangelho.
Olhemos, por exemplo, para São João Batista, o do carneirinho, homem simples, homem rude, mas que foi à frente para preparar os caminhos do Messias. Anunciando um tempo de graça, um tempo novo, o tempo de Deus, da concretização do projeto divino.
Olhemos, por fim, para São Pedro, o simples pescador, sem muitos talentos intelectuais, uma figura, aos olhos dos grandes e sábios deste mundo, pouco notável, mas que aderiu ao Mestre com todo o vigor de sua força, de sua vida.
Pronto. É por isso que festejamos Santo Antônio, São Pedro e São João. É por isso que cheios de alegria, fé e convicção louvamos a Deus por tão nobres e notáveis santos, homens da fé, homens cheios de fé em Jesus Cristo, nosso Deus e Senhor.
Portanto: viva Santo Antônio, São Pedro e São João.
 

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Coração Santo, Coração de Jesus Postado em 31 de Maio de 2012 às 21:11
Ao celebrarmos o Coração de Jesus, recordamos demasiadamente que Deus é amor, o Pai é puro amor.

Neste tempo bendito, o povo de Deus, cheio de fé, exultando de alegria e com um coração profundamente devotado canta os louvores ao Coração, Sagrado Coração que tanto amou o mundo.

Vale ressaltar que nesta festividade não se quer celebrar um órgão do corpo humano, do corpo de Jesus, mas um coração riquíssimo de amor, repleto de sentimentos de perfeição, explêndido em doar-se em favor do outro, e, sobretudo, capaz de dar a vida.

Ao celebrarmos o Coração de Jesus, recordamos demasiadamente que Deus é amor, o Pai é puro amor. Nos amou em profusão, nos amou em Jesus, onde? Na cruz. Sim, a cruz é o grande e perfeito sinal de que Deus nos amou sem limites, sem pensar em ganhos e lucros. Deus simplesmente nos amou insistentemente.

“Eis um Coração que tanto amou o mundo”. Eis um Coração que se entregou por nós, nos amou: Jesus. Por meio dele, nós, todos nós que pelejamos neste mundo, voltamos a Deus, melhor, nos reconciliamos com Ele, retornamos ao seio santíssimo do Pai.

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Maria: Mãe de Jesus e nossa Postado em 31 de Maio de 2012 às 21:01
'A partir da cruz ficastes mãe de uma maneira nova: Mãe de todos aqueles que querem acreditar no vosso Filho Jesus e segui-Lo' (Spe Salvi, 50).

Eis que estamos num mês bem interessante, é Maio. Para muitos, mês das mães. Para outros, mês das noivas. Para nós, cristãos, mês de Maria, a Mãe de Jesus e nossa. “A partir da cruz ficastes mãe de uma maneira nova: Mãe de todos aqueles que querem acreditar no vosso Filho Jesus e segui-Lo” (Spe Salvi, 50).

Não são poucas as comunidades que se reúnem para a reza do terço: nas ruas, nas casas e nas Igrejas. Não são poucas as pessoas, com o terço nas mãos, a invocar a poderosa intercessão da Mãe de Deus.

Muitas são as Dioceses, Paróquias e Comunidades que cantam os louvores à Virgem Mãe do Salvador. Pois creem que Maria Santíssima, de fato, roga ao seu Filho Jesus por nós. Ela tem o poder, concedido por Deus, de, realmente, apresentar a Jesus as nossas queixas, aflições e necessidades.

Assim nos ensina o Catecismo: “O que a fé católica crê acerca de Maria funda-se no que ela crê acerca de Cristo, mas o que a fé ensina sobre Maria ilumina, por sua vez, sua fé em Cristo” (487). Logo, não é à toa acorrermos a sempre Virgem Maria. Não é sem sentido suplicarmos os seus constantes auxílios e favores. Não é mariolatria, como dizem os insensatos e incultos, rogar a Mãe de Deus que rogue por nós, os seus filhos.

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Páscoa: Festa da Ressurreição do Senhor Postado em 20 de Abril de 2012 às 07:41
A páscoa de Cristo nos revitaliza, nos revigora para enfrentarmos as pendências deste mundo pagão, sem Cristo, que nos faz sofrer.

 

Toda a Igreja, Igreja Católica, celebra nestes dias a Ressurreição do Senhor. Fato único que marcou a nossa história. Fato único que dá sentido ao nosso ser cristão. Somente somos cristãos porque Cristo Jesus ressuscitou, venceu a morte e todo tipo de miséria que possa aflingir ou agoniar a humanidade.

 

Cristo Ressuscitou realmente, aleluia. Essa é a exclusiva motivação para percorrermos os passos de Cristo. Cristo Ressuscitou e por isso não podemos desistir do Reino d´Ele. Não podemos cruzar os braços, nem desanimar.

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Quaresma: tempo de mortificação Postado em 23 de Março de 2012 às 07:13
Devemos tomar consciência que quaresma é, sem sombra de dúvida, tempo de penitência, mas também de mortificação. É necessário fazer morrer, dentro de nós, as atitudes que nos afastam da comunhão com Deus e com os irmãos.

 

Com a graça de Deus estamos, nós cristãos católicos, vivendo um tempo sublime e santo, o tempo da quaresma. Quarenta dias que nos unem mais a Cristo pela via da oração, da penitência, do jejum e da comunhão fraterna. Vias de mortificação.

 

Na quarta-feira feira de Cinzas, nós, Igreja de Cristo, rezávamos: “oferecendo-vos este sacrifício no começo da quaresma, nós vos suplicamos, ó Deus, a graça de dominar nossos maus desejos pelas obras de penitência e caridade...”. Sim, foi isto que pedíamos, rezando ao Senhor, a graça de dominar as nossas muitas más inclinações, os nossos diversificados vícios. Nessa oração, nos comprometíamos em tentar, em querer fazer um caminho de muitíssimo sacrifício, um caminho de mortificação.

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Um Abençoado e Santo Ano Novo para Você Postado em 31 de Dezembro de 2011 às 10:22
Para acolhermos, sinceramente, o ano novo que virá, não será necessário vestir branco para atrair a sorte, nem tão pouco comer lentilhas, ameixas ou algo parecido.

 

Eis que, com a graça de Deus, vivemos os 356 dias do ano de 2011. Dias marcados por preocupações, tribulações e dificuldades. Dias de corre-corre, de constrangimentos, de aflições, de preocupações, dias de más e muito boas notícias. Dias também de contentamento, de conquistas, de aquisições e vitórias. Simplesmente, vivemos. É isto, vivemos como cristãos, que somos, em 2011.

Desse modo, sabemos que viver não é fácil, é missão árdua, dura e, às vezes, cruel. Mas a grande certeza é que, na dureza da vida, quando temos Deus tudo se transforma, tudo encontra um outro sentido, uma outra razão de ser, ou melhor, de viver.

Somos, todos os dias, agraciados com o grande dom da vida, que Ele nos concede todos os dias. Todos os dias recebemos do autor de todas as coisas a força, a coragem, a esperança e a fé para não pararmos, estacionarmos na vida.

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Sou feliz por ser católico Postado em 18 de Novembro de 2011 às 07:38
a fé católica nos dá a possibilidade de sermos, literalmente, felizes seguindo a sua doutrina e ensinamentos.

Às vezes, vemos em camisas, adesivos de carros e em muitos lugares a expressão: “Sou feliz por ser católico”. Não é, creio piamente eu, uma expressão discriminatória, nem tampouco legalista. Mas reflete uma realidade verdadeira. Pois a fé católica nos dá a possibilidade de sermos, literalmente, felizes seguindo a sua doutrina e ensinamentos.

Celebrando a fé em Jesus, a partir da Igreja e na Igreja eu bebo das “coisas” do céu. Mas é só na Igreja, Igreja Católica, fora da Igreja é impossível receber, de modo completo, as bênçãos do céu. E isto é uma questão de fé.

A Igreja, como mãe e mestra que é, me dá a possibilidade de celebrar os mistérios do nascimento, vida, paixão, morte e ressurreição de Jesus. Passo a passo, na Igreja, eu vou redescobrindo as maravilhas da salvação, eu vou vivendo, celebrando, tornando célebre as manifestações gloriosas de Deus em Cristo Jesus a partir das muitas, e não são poucas, celebrações litúrgicas.

Vejam. Estamos prestes a concluir o calendário litúrgico da Igreja, diferente do calendário civil. Celebraremos, daqui a pouco, o domingo de Cristo Rei do Universo. Aclamaremos, na Igreja, reunidos em santa assembléia, Jesus como Rei, de verdade, de nossas vidas. E entraremos no tempo santo do advento. Tempo bendito que nos prepara para celebrar a encarnação de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo.

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